Bomba a fazer barulho? O problema pode não ser a bomba.
No Algarve, muitas piscinas são alimentadas com água de furo. É prático, é económico — mas tem um custo escondido que só aparece passados uns meses: o desgaste acelerado da bomba.
A água do furo traz consigo areias finíssimas, ferro e minerais dissolvidos. Estas partículas, invisíveis à vista, entram pelos retentores do motor e destroem os rolamentos por dentro. O resultado é o ruído metálico e contínuo que muitos clientes nos descrevem ao telefone.
E aqui está o ponto que importa: trocar a bomba sem tratar a água é deitar dinheiro fora. A nova vai pelo mesmo caminho da anterior.
A solução correta é dupla:
→ Pré-filtração à entrada do circuito, com filtro de sedimentos adequado ao caudal do furo.
→ Análise à água — ferro, manganês, dureza e pH — para perceber se é necessário tratamento adicional.
Só assim se protege a bomba, o aquecedor, o clorador salino e o próprio revestimento da piscina contra manchas e incrustações